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sugerir-criativos

"Generate a portfolio of 5 complete ad concepts covering distinct angles. Use when the user wants creative concepts or briefs for a product/audience — sugerir criativos, gerar conceitos de anúncio, montar briefs de teste, portfólio de ângulos (escalar vencedor, dor, resultado, prova social, não testado)."

sallzzbr 0 Updated 1h ago
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Sugerir Criativos

Paths do workspace (marketing/, branding/, contexto/, financeiro/, scripts/) resolvem pela regra única do plugin (criativo-fluxo/references/defaults.md: CLAUDE.md do workspace → defaults local_* → convenção descoberta no cwd → default documentado); as menções nesta skill são ilustrativas do default, não hardcode.

Gera 5 conceitos completos prontos pra produção, cada um cobrindo um ângulo distinto —
uma aposta de portfólio: 1 conservador, 3 contrastantes, 1 exploratório. Cada conceito
vira um brief com hipótese, arte, copy e critério de teste. Não chama API de ads
trabalha de contexto local + (opcionalmente) a análise de criativos mais recente.

Os 5 ângulos (não são opcionais)

  1. Escalar o vencedor — variação direta do melhor anúncio rodando: mesmo hook + mesmo
    framework; muda só formato/visual (ou 1 variável isolada). Extrai volume do provado.
  2. Dor (PAS) — Problema → Agitação → Solução. Hook = dor do cliente.
  3. Resultado (BAB) — Before → After → Bridge. Hook = transformação/benefício.
  4. Prova social / UGC — testimonial, review, momento autêntico, estética lo-fi.
  5. Ângulo não testado — combinação hook × framework × arquétipo identificada como
    ausente pela análise de criativos mais recente (hermes:analisar-criativos); sem análise
    disponível, declare o default escolhido e o banner de aviso (abaixo).

Antes de gerar

Colete (pergunte o que faltar; não prossiga sem produto + público + objetivo):
produto/diferencial, público-alvo (persona, dores/desejos), objetivo (conversão/tráfego/
lead), padrão de vencedores (da análise recente ou descrito pelo usuário), insights de
concorrentes (se houver), restrições (mandatórios/proibidos/claims vigentes).

Leia a camada de marca do workspace: princípios criativos, arquétipos canônicos, claims e
ofertas vigentes (nunca inventar promo), tom de voz aplicado com a lista de frases
banidas da marca (lookup obrigatório, nunca de memória)
, personas/mascotes, e a
camada de evidência (vencedoras narradas, frases validadas, análise de criativos mais
recente em marketing/inteligencia/analises-criativas/ se existir).

Portão de copy — os 4 testes (nenhum conceito sai sem passar)

Esta seção é o contrato canônico dos 4 testes. Quatro pontos do fluxo os cobram e citam
este texto como fonte: o Portão 1 de hermes:criativo-fluxo
(criativo-fluxo/references/portao-de-ideia.md), o diagnóstico de
hermes:evoluir-vencedor, o critério Q de hermes:validar-criativo e o agent
hermes:validador-de-criativo. Mudou um teste aqui → propague nos quatro na mesma
alteração; versão divergente é bug, não variação local.

Copy se aprova por ideia, não por acabamento. Rode os quatro testes na headline antes de
escrevê-la no brief e de novo antes de entregar. Falhou um = reescreve — não "ajusta
depois na produção", porque na produção ninguém mede isso.

Passo 0 — declare a categoria da headline (muda quais testes se aplicam)

Nem toda headline tem a mesma função, e aplicar o teste errado reprova peça boa. Declare a
categoria antes de testar
; categoria não declarada = trate como hook.

Categoria O que a headline faz Exemplo de forma
Hook cria reconhecimento, humor, dor ou desejo "quem tem X entende", observação, PAS/BAB
Afirmação direta diz o que é e para quem — é o anúncio se apresentando "Camisetas para quem tem X"

O teste 1 (troca do termo definidor) só vale para hook. Numa afirmação direta, sobreviver à
troca é a função: a frase é um molde que serve a cada segmento com o termo trocado, e a
especificidade vem da segmentação e do produto mostrado, não da frase. Aplicar o teste 1 aqui
reprova exatamente o formato que costuma sustentar conta de nicho.

Os testes 2, 3 e 4 valem sempre, nas duas categorias.

⚠️ Isto não é brecha para voltar à cumplicidade vazia. "Se você tem um X, você entende" não
é afirmação direta: não diz o que se vende nem apresenta o produto — é hook fracassado, e
continua reprovado. A afirmação direta nomeia o produto; se a frase não nomeia, é hook.

  1. Troca do termo definidor (só para headline de hook — ver Passo 0) — o termo que
    deveria tornar a peça específica (nicho, categoria, público, segmento, cenário) pode ser
    trocado por outro do mesmo tipo sem a frase perder sentido? Então a frase não fala do
    sujeito, não fala de nada. Reescreva até a troca quebrar a frase. (Exemplo ilustrativo:
    "Se você tem um gato laranja, você entende" sobrevive intacta com qualquer outra cor ou raça
    no lugar — reprovada.)
    Em afirmação direta, pule este teste e registre no brief que ele foi pulado
    por categoria — silêncio aqui vira acusação de descuido na revisão.
  2. Fala humana — leia em voz alta. Soou traduzido, publicitário de estoque ou gerado por
    modelo (paralelismo perfeito demais, adjetivo empilhado, inversão pomposa, "mais que
    um…")? Reprovada. O teste é literal: uma pessoa real diria isso para outra? Dois sinais
    literais de "soa máquina": travessão e meia-risca em copy (não é pontuação natural de
    quem escreve anúncio em PT-BR — vírgula, ponto ou dois-pontos resolvem); e oferta
    abreviada a ponto de ler como preço
    — valor de desconto nunca aparece só como número:
    sem a palavra que o marca como desconto, o leitor lê o preço da peça.
  3. "E daí?" — faça a pergunta à frase. Se a única resposta é "essa categoria/esse público
    existe", não há ideia. A frase precisa afirmar alguma coisa sobre o sujeito, não
    apenas nomeá-lo.
  4. Verdade comercial — a frase não pode sugerir produto, variação, serviço ou
    personalização que a loja não oferece. Confira contra catálogo e claims vigentes do
    workspace por lookup, na hora — nunca de memória. Sem certeza do que existe, pergunte;
    não escreva.

Cumplicidade não é ideia. Rejeite headline que cria cumplicidade sem entregar uma
verdade específica
— a fórmula "quem é do grupo X entende / sabe / sente". Ela convida o
leitor pro clube e nunca diz o que ele reconheceu: "você entende" não informa o quê.
Troque o convite pela observação — diga a coisa que só quem convive com aquele sujeito sabe,
e a cumplicidade acontece sozinha.

De onde vem copy que passa

De comportamento observável: o que o sujeito faz, onde, quando, contra o quê; a situação
doméstica reconhecível; a contradição (o que a pessoa diz × o que ela faz); a característica
que só quem convive nota. Nunca de adjetivo afetivo genérico — sentimento declarado no lugar
de cena é o atalho que produz frase intercambiável.

  • Frases banidas são camada de marca: a lista específica vive no workspace (tom de voz
    aplicado / princípios criativos) e se consulta por lookup a cada rodada, nunca de
    memória. O padrão a reconhecer é sempre o mesmo: fórmula afetiva genérica que caberia no
    anúncio de qualquer concorrente trocando só o nome da marca
    — se cabe, está banida por
    definição, esteja ou não na lista.

Cada conceito (bloco completo)

  • Hipótese: "Apostamos que [público] vai responder a [ângulo] porque [razão ancorada em
    dado/comportamento — cite a fonte]".
  • Observação humana: em 1 frase, a verdade específica observável que sustenta a headline.
    Sem ela o conceito não é escrito — headline sem observação é template com palavra dentro.
  • Arte: arquétipo (slug canônico da marca), formato, composição executável (plano
    principal, ambiente, texto sobreposto exato ≤ ~5 palavras + posição, cor dominante),
    orientação.
  • Copy: headline (≤125 chars) aprovada nos 4 testes — declare no brief o resultado do
    teste de troca do termo definidor —, body (situação → desenvolvimento conforme framework →
    CTA com oferta vigente), CTA button (valores da plataforma: SHOP_NOW, LEARN_MORE...),
    URL destino. Copy original — inspirar em padrão de concorrente, nunca copiar texto.
  • Teste: variável isolada vs anúncio referência (exatamente UMA), sinal de sucesso e
    critério de pausa ancorados no CAC alvo do unit-economics mais recente — nunca números
    de memória; sem relatório disponível, declare faixa e marque "ajustar com o humano".

Gravação

6 arquivos em marketing/criativos/briefs/: AAAA-MM-DD-<tema>-c1.md-c5.md (um por
conceito, frontmatter: tema, angulo, publico_alvo, objetivo, observacao_humana, criado_em,
status: a-produzir, baseado_em_analise) + -backlog.md (tabela-resumo com prioridade 🔴 evidência / 🟡 clássico
/ 🟢 exploração e links).

Regras

  • Nunca fabricar dados de performance — número citado tem fonte (análise, snapshot,
    unit-economics ou o próprio usuário).
  • Conceito com headline reprovada em qualquer um dos 4 testes não entra no backlog:
    reescreve ou cai. Ângulo obrigatório não é licença pra entregar frase vazia — se o ângulo
    não rendeu ideia, diga isso e proponha o que falta descobrir sobre o público.
  • Rodou sem análise de criativos recente (>30d ou inexistente) → banner no topo do backlog:
    "⚠️ Conceitos baseados só em contexto da marca, não validados em padrões da conta".
  • Saída é briefing: esta skill não produz arte nem publica. Próximo passo:
    hermes:criativo-fluxo (fluxo completo com rotas) por brief aprovado — o portão de ideia de
    lá refaz os 4 testes antes de qualquer imagem; brief que já chega aprovado poupa uma volta.
  • Português BR.